Meu humor



Meu perfil
BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, Homem, de 20 a 25 anos, Portuguese, English, Música, Informática e Internet



Arquivos
 18/06/2006 a 24/06/2006
 21/05/2006 a 27/05/2006
 19/03/2006 a 25/03/2006
 19/02/2006 a 25/02/2006
 29/01/2006 a 04/02/2006
 22/01/2006 a 28/01/2006
 18/12/2005 a 24/12/2005
 11/12/2005 a 17/12/2005
 04/12/2005 a 10/12/2005
 27/11/2005 a 03/12/2005
 30/10/2005 a 05/11/2005
 25/09/2005 a 01/10/2005
 04/09/2005 a 10/09/2005
 03/07/2005 a 09/07/2005
 08/05/2005 a 14/05/2005
 24/04/2005 a 30/04/2005
 17/04/2005 a 23/04/2005
 03/04/2005 a 09/04/2005
 06/03/2005 a 12/03/2005
 13/02/2005 a 19/02/2005
 23/01/2005 a 29/01/2005
 09/01/2005 a 15/01/2005
 19/12/2004 a 25/12/2004
 12/12/2004 a 18/12/2004
 28/11/2004 a 04/12/2004
 21/11/2004 a 27/11/2004
 14/11/2004 a 20/11/2004
 31/10/2004 a 06/11/2004
 03/10/2004 a 09/10/2004
 12/09/2004 a 18/09/2004
 15/08/2004 a 21/08/2004
 11/07/2004 a 17/07/2004
 04/07/2004 a 10/07/2004
 27/06/2004 a 03/07/2004
 20/06/2004 a 26/06/2004
 13/06/2004 a 19/06/2004
 06/06/2004 a 12/06/2004
 30/05/2004 a 05/06/2004
 23/05/2004 a 29/05/2004
 16/05/2004 a 22/05/2004

Votação
 Dê uma nota para meu blog

Outros links
 Allegro
 Classical Archives
 OperaGlass
 NTC&Logística
 Wikipedia





A Gazeta da Meia Noite
 


O IDH e a "lição de casa" dos governantes

Tenho acompanhado certas discussões em fóruns na Internet a respeito do chamado Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), um indicador da ONU utilizado para mensurar o grau de desenvolvimento humano de um país, cidade ou região. Esse índice é calculado utilizando conjuntos fuzzy, ou seja, conjuntos em que um elemento nem sempre pertence necessariamente a um conjunto, mas pode estar nos dois ao mesmo tempo, em graus de pertinência diferentes, ou seja, pode estar 40% dentro de um conjunto e 60% dentla da cidade, e que atraísse mais turistas. Para os camelôs, uma solução: por que não implantar as Ruas da Cidadania, tal como fazem em Curitiba?

Pinheiros: Um bairro tradicionalmente nobre, mas tomado pela feiúra. Há pichações por toda parte, especialmente nos arredores do Largo da Batata e na rua Cardeal Arcoverde. Está com todos os problemas do centro, porém sem a beleza arquitetônica, somada à grande quantidade de cemitérios, o que contribui para dar uma aparência ainda mais medonha à região. Trata-se de uma contradição, pois esse bairro (e não digo o Alto de Pinheiros, região próxima à Praça Panamericana - este, sim, realmente um bairro nobre) abriga uma população de classe média alta, além de alguns dos mais importantes centros culturais da cidade. Há alguns intelectuais que defendem a pichação como forma de liberdade de expressão, enquanto que na grande maioria dos casos trata-se unicamente de vandalismo e destruição ao patrimônio público. O distrito de Pinheiros ainda abriga a famigerada Vila Madalena, freqüentada pelos jovens de classe rica da cidade com suas numerosas casas noturnas e ruas com nomes bastante originais como "Harmonia", "Simpatia" e "Purpurina".

Moema/Jardins/Itaim Bibi/Vila Olímpia: O principal problema da região é o trânsito. É muito triste que uma região com o porte e desenvolvimento desses bairros, que são os mais lembrados quando se fala da elite paulistana, não dispemos certeza absoluta. Pelo menos enquanto esse senhor e esse ParTido estiver no governo.

Só para constar: o governo petista está com 29% de pessoas que acham o governo ótimo ou bom, e 24% dos que acham que está ruim ou péssimo. As curvas estão se aproximando. O do PSDB nunca teve menos de 33% de aprovação. Ou seja, a profecia de José Serra se cumpriu: o brasileiro se tornou vítima de um estelionato eleitoral.

Escrito por Fábio Soldá às 00h03
[] [envie esta mensagem
]



 
  [ Ver arquivos anteriores ]